Nunca deixe que lhe digam: Que não vale a pena Acreditar no sonho que vc tem Ou que seus planos Nunca vão dar certo Ou que você nunca Vai ser alguém... quem acredita sempre alcança ...
triste ao mesmo tempo linda historia do @jeremycamp Antes de lançar seu primeiro álbum Jeremy Camp já fazia parte do Ministério de Louvor de sua faculdade (Escola Bíblica do Sul da Califórnia). Durante este período de sua vida, ele liderava o louvor em diferentes igrejas e reuniões de jovens que aconteciam ao redor da Califórnia. Foi em uma dessas reuniões que ele conheceu Melissa. Ele se lembra: “Eu estava em admiração desta mulher que claramente amava a Deus.” Logo os dois se encontraram e começaram a namorar. Mas o que parecia um conto de fadas ou uma história que você provavelmente já ouviu em igrejas, se tornou em uma prova de fé que levaria Camp a passar a maioria de seu tempo sentando ao lado de uma cama de hospital. Melissa, já havia dito a Camp que eles deveriam terminar o namoro por que alguma coisa estava para acontecer. No fundo ela já sabia que sua vida mudaria completamente. Apenas seis meses depois que Jeremy e Melissa estavam juntos, ela foi obteve um diagnóstico de câncer. Dali em diante a vida de Camp passou a ser de muita oração para que Melissa pudesse se recuperar.
Durante uma noite no hospital Melissa contou a Jeremy que ela não estava com medo de morrer, mas que gostaria que, através de sua morte, pelo menos uma pessoa pudesse vir a conhecer a Cristo. Mesmo que isso tivesse um impacto muito grande em sua vida, não era exatamente o que Camp queria ouvir naquele momento.
Dirigindo para longe do hospital, Jeremy Camp fez uma promessa um pouco estranha a Deus, dizendo: “Se Você quiser que eu me case com ela, então eu o farei”. Cinco meses depois, a saúde de Melissa havia melhorado um pouco, ela e Camp se encontraram em frente ao altar.
A história de Jeremy Camp seria uma história maravilhosa se acabasse aqui, mas Deus tinha muito mais reservado a ele. Enquanto Melissa e Camp estavam na lua de mel, o câncer começou a voltar e assim que eles haviam retornado para casa, eles descobriram que Melissa teria apenas alguns meses de vida. Durante os próximos meses Camp passou muito tempo no quarto do hospital. Ele fazia o que sabia de melhor: tocava músicas para Melissa. Durante este período Camp descobriu que a música não era mais tão importante para ele, mas sim o que ele poderia fazer com aquela música. Ele disse: “Música não é a minha vida, Cristo é a minha vida… A única coisa que realmente importa é o que fazemos para Cristo enquanto estamos aqui na terra”. E essa é a perspectiva que brilha em toda canção que ele escreve.
Em quanto estava em sua lua de mel, Camp havia escrito uma canção que se encontra em seu primeiro CD, “Walk By Faith”, que diz, “Eu acreditarei quando Você disser, sua mão me guiará por todo o caminho… Oh, eu andarei pela fé, mesmo quando eu não puder ver…” e logo depois da morte de Melissa Camp escreveu outra canção que virou número 1 nas radios americanas, “I Still Believe” (Eu Ainda Acredito). A canção fala sobre os problemas que ele enfrentou e que mesmo diante da morte de sua esposa ele acreditou em Deus, que Ele tinha um plano maior.
O desejo de Melissa foi realizado quando o álbum de Jeremy Camp saiu nas lojas, e quando ele saiu para a turnê. Durante suas viagens, Camp teve a oportunidade de compartilhar a sua história com muitas outras pessoas que estavam passando por dificuldades similares a dele. A morte de Melissa e o testemunho de Camp levaram muitas outras pessoas a conhecerem a Cristo.
Hoje ele é casado com Adrienne Leisching (ex-lider da banda Benjamin Gate). E tem uma filha com ela. Todos os álbuns chegaram a número um nas rádios americanas e até hoje Camp ainda conta sua história e como Deus permaneceu fiel a ele.
Banda seventh Day slumber Depois que o pai de Joseph Rojas’s, vocalista e líder da banda, abandonou ele e sua mãe quando ele tinha apenas 3 anos, Rojas entrou em uma depressão muito forte e se tornou um dependente do crack, cocaína(400 doláres por um dia de vício), e outras drogas. Logo passou a vender drogas nas ruas dos EUA e a praticar outros crimes. Passou por vários centros de reabilitaçãoe hospitais, mas quando todos estes falharam ele desistiu de todos eles. Rojas planejava cometer suicídio com overdose de cocaína para parar seu coração, mas sua mãe o encontrou. Paramédicos o salvaram. Ele disse que as luzes da ambulância o fizeram ver a Deus, e isso o inspirou a mudar de vida. Aos poucos ele foi largando as drogas e parando de beber. E com a ajuda da família, reabilitação e orações ele conseguiu. Feito isso ele decidiu voltar para a escola,onde ele descobriu sua paixão pela música e onde conheceu os outros integrantes da banda. A razão pela qual ele quis se tornar compositor foi: “Eu queria fazer algo por Deus,depois de tudo o que ele fez por mim.” [1]
As letras de Seventh Day Slumber focam em questões como o suicídio, drogas, violência doméstica, bebidas, sexo, etc. Por exemplo, o propósito do álbum “Finally Awake” foi citado pela banda como “A mensagem deste álbum é clara. Queremos capacitar as crianças a parar de olhar para a mídia, ao que o mundo diz que eles têm de ser, a encontrar a identidade. Você não tem que ser o que os outros dizem-lhe para ser o que você foi criado para ser “. Uma música (Caroline) é sobre a a sogra de Rojas, ela passou por momentos difíceis após um divórcio. A música retrata o ponto de vista de Deus.
A banda Skillet surgiu em 1996 com apenas John Cooper e Ken Steorts. Com pouco tempo,Trey McClurkin se juntou como baterista temporário. A banda assinou com a ForeFront Records e logo lançaram o álbum Skillet que foi bem aceito pelo público e logo iniciaram uma pequena turnê.
Em 1998, a banda lançou seu segundo álbum, Hey You, I Love Your Soul. A diferença entre este e o primeiro álbum está na dependência dos teclados.
Pouco antes da gravação do terceiro álbum, Invincible - lançado em 2000, Ken Steorts deixa a banda e Kevin Haaland assume o posto de guitarrista. Após o lançamento de Invincible, Trey McClurkin também deixa a banda e Lori Peters assume a bateria. No mesmo ano, a banda lança seu primeiro CD,Ardent Worship.
Mais uma vez, agora em 2001, o posto de guitarrista é mudado, assim, Ben Kasica assume o lugar de Kevin Haaland. Esse ano também é marcado pelo lançamento de Alien Youth, que foi muito bem aceito pelo público, levando o Skillet a sua primeira grande turnê pelos Estados Unidos.
Em 2003, pelo selo Ardent Records, a banda lança Collide, que chamou a atenção de Andy Krap, presidente da A&R da Lava Records e, em 2004, os direitos de Collide foram comprados pela Lava Records, uma divisão da Atlantic Records. Em maio de 2004, Collide foi relançado sob o selo da Lava Records, com uma faixa bônus: “Open Wounds”. Citando Linkin Park e P.O.D. como algumas das influências musicais de Collide, John Cooper disse: “Bem, eu sou um compositor e ouço de tudo, mas filtro o que eu gosto e o que eu não gosto. Todas essas coisas tem tido uma influência sobre mim”.
O álbum Collide trouxe a Skillet a sua primeira indicação do Grammy Awards de 2005 como “Melhor Álbum de Rock do Ano”. Ele se tornou o álbum mais vendido até a data da premiação, com mais de 200.000 cópias, enquanto a banda fazia cerca de 200 apresentações em um ano - incluindo turnês com as bandas seculares Saliva, Shinedown, Finger Eleven, Three Days Grace, Breaking Benjamin e Seether.
O próximo álbum lançado foi Comatose, em 2006, com arranjos específicos e levando a banda a sua segunda indicação ao Grammy Awards de 2007 como “Melhor Álbum de Rock ou Rap do Ano” e à vitória na indicação ao GMA Dove Awards de 2008 na categoria de “Melhor Música de Rock do Ano” com a canção “Comatose”.
Em 2007, Skillet lançou o Comatose Deluxe Edition CD/DVD e o EP The Older I Get EP.
Em janeiro de 2008, a baterista Lori Peters deixa banda para “escrever um novo capítulo em sua vida, agora longe da estrada” e a bateria é assumida por Jen Ledger. Em outubro de 2008, Skillet lançou Comatose Comes Alive, que foi gravado em um show no Tennessee (EUA) em abril de 2008.
Em agosto de 2009 é lançado o álbum Awake, que após 20 semanas já contabilizou 300.000 cópias vendidas. É um álbum com o estilo bem semelhante ao anterior, o Comatose. Suas duas faixas mais conhecidas, Hero e Monster foram lançadas anteriormente como singles, tendo alcançado altos índices de audiências nas rádios locais e foram colocadas no WWE Smackdown V.S RAW 2010.
Entre 2009 e 2010, a baterista e back volcalista Jen Ledger, recebe fama por maior baterista da América. A banda mesmo sendo católica, sempre agradou públicos imensos e ecumênicos.
Em defesa aqueles que dizem que os integrantes do Skillet não segue principios cristãos John Cooper disse: “Posso ter piercing, brinco e parecer um emo como dizem, mas nunca deixei de ser cristão por dentro, isso não interfere em nada o importante e oque você tem por dentro, isso o torna um verdadeiro cristão ou não”. disse John Cooper em entrevista à Artisan News.
A banda realizou uma turnê no Outuno de 2007 com bandas já conhecidas do público, como Breaking Benjamin, Three Days Grace e Seether.[2] Além dessas bandas, abriram alguns shows de Flyleaf na turnê Justice & Mercy (2007) que foi cancelada devido alguns problemas vocais de Lacey Mosley, vocalista do Flyleaf.
A banda também se juntou a Ron Luce & Teen Mania Ministries para uma turnê, Acquire Fire Tour pelos Estados Unidos e Canadá.
Uma das turnês da banda ocorreu entre março e maio de 2008, com Thousand Foot Krutch abrindo os shows, na intitulada Comatose Tour. A banda participou de vários festivais, entre eles o SoulFest - evento com vários artistas, o Winter Jam Tour 2008 e California Mid State Fair 2008.
In fall of 2009, Skillet began touring with Hawk Nelson, Decyfer Down, and The Letter Black to promote Skillet’s album Awake. The Awake & Alive Tour encompassed 52 cities from October through January.
No outono de 2009, Skillet iniciou uma turnê com Hawk Nelson, Decyfer Down, e The Letter Black, para promover o álbum Awake. A se turnê se chamava “Awake & Alive Tour” e eles se apresentaram em 52 cidades. A turnê durou de outubro até janeiro.
Após sua saída dos Raimundos, Rodolfo começou um novo projeto musical. Junto a Dj Bob com a produção e arranjos de Tom Capone, bateria (Fernando Schaefer, ex-Korzus) nasce o Rodox. Gravou dois CDs, lançados em 2002 e 2003. Após a morte do produtor Tom Capone e de desentendimentos no ano de 2004, a banda teve seu fim anunciado ao fim de um show em Salvador.
Em 2006 lançou seu primeiro trabalho solo de musica cristã, Santidade ao Senhor, com letras ainda mais explícitas quanto a sua nova fase. Em 2007, lança o segundo CD da carreira solo, Enquanto É Dia, e em breve será lançado pelo selo Bola Music o DVD do mesmo nome.
Atualmente Rodolfo Abrantes dedica-se a ministrar cultos na igreja Bola de Neve Church e é missionário itinerante, com uma nova banda, com Rodolfo no vocal e guitarra, Guilherme Horn no contrabaixo, Victor Pradella na guitarra e Anderson Kuehne na bateria.
Sua antiga banda, Raimundos, continua agora como uma banda independente.
A Banda Kutless lançou seu primeiro cd pela BEC Records em 2002. O grupo formou a banda em Portland, Oregon, em 1999, inspirado por outras bandas de rock Evangélico como Supertones e as batidas modernas de Staind e Creed. As sementes da faixa foram semeadas quando Stu se mudou para Portland, saindo de sua terra natal em Dakota do Norte para se ingressar na faculdade, onde conheceu Jon-Micah, Kyle, e Ryan. Todos os membros do Kutless congregam na mesma igreja, Athey Creek, onde começaram a tocar juntos. Decidiram-se logo renunciar a faculdade para concentrar em sua carreira da música. Os ensaios eram feitos no porão da casa de um dos integrantes do grupo. A banda também participou de eventos beneficentes em favor de mulheres e crianças vítimas de câncer.
O Switchfoot foi fundado em 1996, com a formação de Jon, seu irmão, Tim, no contra-baixo, e Chad, na bateria. Depois de tocar em apenas alguns shows, a banda foi contratada por Charlie Peacock e eventualmente rotulada como uma banda indie pela Re:think Records com o nome atual Switchfoot. A gravadora produziu os três de seus primeiros álbuns Legend of Chin, New Way to Be Human e Learning to Breathe. Dos três primeiros álbuns da banda o Learning to Breathe foi o mais sucedido. Foi certificado com um disco de ouro da RIAA e foi nomeado ao GRAMMY de Melhor Álbum de Rock Cristão de 2000.
Em 2002, uma das quatro músicas do Switchfoot que fez parte do filme “Um amor para Recordar” foi a “Only Hope” interpretada por Mandy Moore durante uma das cenas. No CD da trilha sonora do filme, Mandy Moore canta essa mesma música em dueto com Jon Foreman. Todas músicas foram incluídas no CD, junto com o cover da Mandy em “Only Hope”. O Switchfoot ganhou reconhecimento depois do filme. Esse reconhecimento cobriu seu álbum mais famoso, o “The Beautiful Letdown” que saiu em 2003. Esse vendeu mais de 2.3 milhões de cópias e produziu umas das melhores canções da banda, como “Meant to Live”, que foi incluída, logo depois, no CD da trilha sonora do filme Homem-Aranha 2 e, a música “Dare you to Move”, que foi um remake de “I dare you to Move” do álbum Learning To Breath e também do álbum de Um Amor Para Recordar.
A música “This is Home” fez parte da trilha sonora do filme Príncipe Caspian, feito pela Walden Media e lançado pela Walt Disney.
Em 2009 lançou o álbum Hello Hurricane no qual segundo divulgado em seu site oficial, foi o ganhador do GRAMMY 2010 como melhor álbum gospel de rock.
É evidente nas suas canções as alusões ao trabalho de filósofos como, Søren Kierkegaard e Agostinho de Hipona, nas canções: “Sooner or Later (Soren’s Song)” e “Something More (Augustine’s Confession)”, respectivamente. “Meant to Live”, o sucesso do conjunto, foi inspirado pelo poema de T. S. Eliot, “The Hollow Men”,[3] enquanto “Stars”, o single do álbum, Nothing is Sound, brevemente vê as coisas de uma perspectiva do Descartes, de acordo com Jon.[4]
“Nós nunca nos encaixamos em nenhum tipo de lista de gêneros de música”, diz Jon na entrevista dada ao VH1 (rede de TV). Jon acredita que a diversidade da banda é o forte deles. Eles acreditam que extraem tanto do Police e James Taylor, quanto dos Beatles e Stevie Wonder. Nós nunca cabemos em nenhum gênero de música.[5] Compositores como Bono, Bob Dylan e Johnny Cash inspiraram nas letras das canções de Jon.
Switchfoot freqüentemente é mencionada como uma banda de rock cristão, em grande parte devido ao envolvimento da banda na cena do rock cristão no início de sua carreira. Mas a banda sempre rejeitou este “rótulo”. “Para nós, o que conta é a fé, não o gênero”, diz Jon Foreman. “Nós sempre fomos abertos e honestos quanto a procedência de nossas canções. Para nós, estas canções são para todos. Nos rotular de rock cristão cria uma caixa que se fecha, deixando muitas pessoas de fora, e excluindo-as. Isto não é o que nós queremos fazer. Música sempre abriu a minha cabeça—-e isto é o que a gente quer.” Conclui Jon.[6]
Como se espera, a letra de Jon evita evangelizar ou fazer declarações exclusivas de Fé, ou ainda qualquer menção de Jesus Cristo; em vez disto, ele questiona o status quo, investigando questões existencialistas através de diálogo socrático[7] no qual ele responde perguntas com mais perguntas, explorando frustrações, ou simplesmente sendo inspirador. Esta maneira de abordar sua audiência resulta freqüentemente neles sendo descritos como uma banda de pessoas que gostam de pensar [8][9]
A poesia de Jon é saudada pelos fans e críticos do tipo pela sua honestidade sincera, a qual é evidente pela avaliação dele da condição humana, e na disposição dele de não simplesmente abraçar a sua Fé, mas expressar dúvidas também. Como conseqüência, a base dos fans da banda transcende crenças e estilos de vidas diferentes. Como nos dias de sua gravadora indie, eles ainda são distribuidos as lojas Cristãs através da Sparrow Records, portanto ainda estão sendo apresentados nas rádios e paradas de sucessos Cristãs, como também são presenteados com o Dove Awards, apesar de que eles assinaram (contrato) com a Columbia Records, uma gravadora do mercado da corrente principal. “(Ter assinado com a Columbia) foi uma realização de algo que nós queriamos desde o início,” Jon explica. “Quando nós assinamos (o contrato) com Re:think Records (uma gravadora independente), o objetivo era fazer nossa música chegar a todos. (Mas) quando Sparrow (um selo Cristão) comprou Re:think Records, ficou claro que nossa música não iria alcançar todo mundo. Como um Cristão, eu tenho muito a dizer dentro das paredes da igreja. Mas também, como um Cristão, eu tenho muito a dizer, igualmente, sobre a vida em geral… Então, para ser capaz de estar na Columbia e na Sparrow nos fez sentir como a realização dos dois lados do que a gente tinha a dizer. É um sonho que se tornou realidade ser capaz de ter canções que estão do lado de fora da caixa” [10]
Após o lançamento do álbum, The Beautiful Letdown, a banda temporariamente parou de tocar em festivais Cristãos e de dar entrevistas a organizações de princípios Cristãos, visto que eles perceberam que a especulação sobre a Fé deles era uma distração com a música que eles queriam fazer.
Três anos depois, eles retornaram a tocar em festivais Cristãos e até apareceram na capa da revista CCM, algo que eles recusavam fazer por anos (a revista originalmente chamada, Contemporary Christian Magazine, e após 2007, “CCM” passou a significar: Christ. Community. Music, pois o editor acreditava que o primeiro nome seria ofensivo).
Building 429 é uma banda de rock cristão, de Fayetteville, Carolina do Norte, USA. Eles foram homenageados pela Gospel Music Association 2005 na categoria Artista do Ano. O seu nome é derivado de uma passagem bíblica conhecida como Efésios 4:29 (Nova Versão Internacional da Bíblia): “Não deixe sair da vossa boca nenhuma palavra insalubre, mas só aquilo que é útil para edificação, de acordo com suas necessidades, e, assim, transmita graça aos que ouvem.”
Cada acontecimento da banda funciona como um ponto culminante e um começo para o trio, um trampolim em uma jornada através da fé, os altos e baixos da vida na estrada do mundo da música, todos os blocos de construção que Deus preparou levaram o Building 429 ser o que é hoje.
No final de 1999, Scotty Beshears que participava da banda Elijah’s Ride, e Jason Roy da All Too Familiar, na Carolina do Norte, uniram-se ao baterista Christian Führer para formar uma nova banda de estilo moderno pop-rock com letras cristãs. O trio começou a tocar usando o nome de “Edifício 429.”, ou seja construindo Efésios 4:29 através de palavras que correspondam as necessidades daquele que as ouvem, de modo que estes se sintam abençoados.
De acordo com Jason Roy, o nome da banda surgiu de um grupo de jovens. Cortni a esposa de Roy pertencia a um grupo de jovens que tinham um código chamado “Desafio 429,” com base em Efésios 4:29. Sempre que alguém do grupo falava algo negativo sobre outra pessoa, os outras estavam autorizados a emitir um sonoro “quatro vinte e nove.” E o autor da infração tinha que dizer algo agradável a pessoa ofendido. Os membros da banda tomou este desafio e criou um nome à sua volta - estar em atividade, em ação, portanto, “Construindo 429.”
Durante todo o ano de 2000, a banda realizou mais de 100 shows, vendeu 3.000 cópias de seu primeiro CD. Em 2001, eles adicionaram um segundo guitarrista, Paul Bowden, a sua equipe. Grande parte do sucesso precoce da banda pode ser atribuída à sua extensa turnê e ao seu estilo pop-rock.
No verão de 2002, Building 429 lançou o EP Preflight, apresentando três gravações de seu segundo álbum independente e quatro acústico, disponível em shows ao vivo e no site da banda. No Outono de 2002, a banda, lançou “Flight” álbum independente, intitulado vôo. Inicialmente o álbum foi vendido em shows e através do site da banda, em uma capa comum sem design. Em 2003, o álbum foi re-intitulado Building 429 e foi reacondicionada em uma capa com design gráfico contemporâneo. Em 2002 Saul Johnson substitui Chris Führer como baterista.
Em 2003, Building 429 saiu em turnê junto com a banda Sonicflood. Esta experiência garantiu exposição nacional a banda e homenagem da Warner Music Group na categoria Word Records. Também em 2003, Saul Johnson saiu da banda, para prosseguir em outros interesses, e Michael Anderson (ex-Remember Jonah) ingressou como baterista.
A história da banda Building 429 começou a se esboçar recentemente, com a música “Glory Defined”, do álbum “Rise”, que se tornou instantaneamente num dos principais hits pop dos últimos tempos, chegando a figurar entre as canções mais tocadas em diversas emissoras americanas por sete semanas consecutivas.
Agora chega ao mercado “Rise”, o segundo álbum completo da banda, com 11 canções, que confirma a inegável qualidade sonora do então quarteto, que já foi vencedor do prêmio Dove Award como grupo revelação do ano, liderado pelo carismático vocalista Jason Roy.
Esse novo projeto é mais voltado para um estilo de rock mais pesado, um som mais agressivo. O grupo investiu num forte planejamento deste novo projeto. O CD abre com a música “Searching For A Savior”; momentos nos quais as pessoas andam a procurar respostas para as suas vidas. Mas o carro chefe deste CD é “Fighting To Survive”, uma perfeita mistura entre a pureza da composição e a transição entre a musicalidade e sinceras emoções que elas passam.
A banda Building 429 declara vitória de Cristo sobre este mundo, uma vitória que liberta fiéis para enfrentar os desafios através da adoração, um caminho de fé que qualquer um pode seguir.
Building 429